Hoje foi o dia de regresso aos mercados, expressão que tem sido utilizada e
repetida durante todo este tempo que passou desde que Portugal faliu e ficou
numa situação onde não tinha como pagar ordenados a funcionários públicos (e
aqui convém recordar que não são só os de quem nos lembramos mais
tradicionalmente – Professores, Auxiliares de Educação, Médicos, Enfermeiros,
etc. - já que tanto as Forças Armadas (fundamentais não só para os salvamentos,
para a defesa ou para levar electricidade depois dos temporais como acontece
esta semana) como as forças de segurança (PSP, GNR, etc.), mas também para
pagar as reformas aos reformados, as pensões, entre outras coisas não menos
importantes como todas as outras obrigações (dívidas) e ainda todos os custos
da “normal” actividade de uma máquina tão grande como qualquer estado num País
democrático (A Democracia é o regime mais caro de todos ... nem por isso
abdicamos dele mas é importante ter consciência do preço e do custo das
liberdades e dos deveres que vêm atrás), concordemos ou não, achemos o seu
preço justo, ou não, mistura-se tudo, há uma total falta de discernimento e
objectividade. É vital que se queira ter tempo e paciência para se começar a
perceber e saber mais, e quando assim não for, evitar falar e opinar, pelo
menos como vejo tantos fazer. Todos são economistas para criticar, todos são
contabilistas, gestores, médicos, treinadores, enfim ...
Bem sei que estou quase sozinho nisto ... pelo menos publicamente ... mas nem por isso deixarei de escrever e publicar. Não pretendo ensinar nem agradar, mais acrescento, aceito opiniões diferentes, análises diferentes da minha, só não aceitarei que se confrontem pessoas ... precisamos de todos!
O País não é autossuficiente e isso por si só é um facto vital, o País não gera
dinheiro suficiente para alimentar o seu próprio Estado, ou ao contrário, o
Estado gasta mais do que ganha (leia-se recebe ou saca aos Portugueses), o
Estado gasta mais do que os Portugueses produzem ... e isso é uma das doenças
... que só terá cura quando a quisermos abordar, diagnosticar ... e tal
situação – facto – obriga-nos a procurar financiamento externo (assim as
expressões encaixam, até são correctas e fazem sentido, mais do que a realidade
... e muito mais do que o que se queria que acontecesse) e esse financiamento é
vital para a nossa existência, quanto mais sobrevivência. Eu não gosto disso
... e por mim, era logo de se começar por aí, o Estado não pode gastar mais do
que recebe ... nem mais do que o seu povo produz ... mesmo que nos custe e doa
... não é sustentável ... levar-nos-à a mais do mesmo ...
Antes estávamos nos mercados todos os dias e não se via nem ouvia tantos
comentários negativos como hoje ... porque será? E quem critica apresenta
alternativa?
Esta semana António (IN)Seguro pedia eleições antecipadas para já ... e como se tal não chegasse para demonstrar que não sabe o que fazer, pede ainda uma maioria absoluta <<para fazer o que é preciso fazer sem que precise de mais ninguém>> ... e não parece interessar o quê? Qual a alternativa? Se há porque não nos apresenta a nós Portugueses? Não nos quererá do lado dele?
Para mim parece que o Sr. está mais perto do PCP ou do Bloco que nunca ... tudo é mau, errado e não serve ... mesmo quando os factos estão afinal ao contrário do que dizem ... mesmo quando afinal foi o PS quem nos (DES)Governou até aqui ... que pediu o resgate ... e o negociou em nosso nome ... isto mesmo que agora não o cumpra, nem tente ...
E não se pense que nisto tudo estou a defender o PSD ... antes pelo contrário, é só mais um partido, entregue a Condes e Senhorios ... que na práctica é quem mais tem feito oposição ao Governo (é a minha opinião) já que dali se vão ouvindo vozes que não estão nem em sintonia nem de acordo com o Primeiro Ministro, já é mais do que o que aconteceu durante o tempo de Sócrates – O menino de ouro do PS que gozou de um total silêncio interno para fazer o que fez. Onde andava o Seguro que agora se diz pronto para governar? No mesmo local onde anda a alternativa do PS para a nossa situação, certamente ...
Caramba até o PCP tem levado a cabo um plano de reajustamento, estou a citar, o que se pode chamar de austeridade já que implica a redução dos custos e das despesas ... onde até despedimentos estão a ser levados a cabo ... ou seja, estão também eles forçados a enfrentar a realidade, quer queiram quer não ... (quase ninguém fala disso ... aqui fica só mais um que o faz)
O anterior Governo tinha estabelecido um valor máximo para os juros da dívida pública para se demitir ... e nem isso cumpriu ... levando o País à falência por orgulho de uma pessoa ... que se dizia Engenheiro, mas que afinal não era ... mas nem isso foi tratado com seriedade, lá aí conseguiram ser coerentes. Esse valor era os 5 % ... que voltaram agora ser atingidos, mas em mínimo ... e até já baixaram ... já que a procura foi CINCO vezes superior à oferta (mas já lá vamos).
Não me cansarei de repetir e recordar que o País faliu ... se todos o tivéssemos presente nas nossas cabeças mais depressa perceberíamos o dever que temos em começar a querer saber mais primeiro e depois falar e trocar ideias e opiniões mas não para provar que estamos certos e que nós é que sabemos ... muito menos para provar que os outros estão errados e que não sabem ...
Sem se ir estudar e aprender ... não se terá solução para os problemas já que para se evoluir e resolver problemas é fundamental primeiro evoluir as mentes que os provocaram ... e nós – “povo” – é que permitimos isto tudo ... ao contrário do que nos serve assumir. Nem que seja pelo facto de não participarmos mais, de não votarmos (mais de metade da população nem nas últimas eleições votou ... não era preciso ... mas agora falam ... reclamam ... criticam ... tudo e todos ... menos a si próprios) de não querermos saber ... até nos virem às carteiras ... e aí estamos toldados, temos o ego ao centro ... e decidimos o que deveria ser feito em função dos nosso interesses pessoais ... como os políticos ou os “galifões” que tanto criticamos e acusamos de promiscuidade e corrupção ...
Factos, voltamos a ter confiança lá fora, voltamos a poder financiar-nos sem ser com a Troika ... e isto tudo bem mais cedo do que era previsto (2014) ... e isto tudo com juros a baixo dos 5% ... e com CINCO vezes mais procura do que oferta ... (nada melhor do que isto para baixar os juros e trazer confiança).
Nem o défice confirmado ser no máximo 5% em 2012, contra tudo e todos (confesso que nem eu acreditava), o tal que era impossível ... mas se conseguiu.
Torna-se vital reclamarmos um Estado sustentável ... e isso parece-me bem mais central ... e bem menos falado até pelo próprio Governo.
Hoje ficamos também a saber que Portugal pediu mais tempo e ainda para renegociar as condições, em conjunto com a Irlanda mas nem assim muitos param de nos colar à Grécia ... com quem cada vez mais temos menos para comparar ... e já começa a parecer mesmo embirrância.
Isto não anula o estrangulamento da nossa economia, nem das nossas pessoas, não anula as dificuldades por que muitos passam. Não anula nada do que de mau acontece ... mas isto é uma suposta cura (na minha opinião apenas das doenças provocadas pela doença crónica de que o País sofre ... e que não está a ser abordada, ainda!).
O PS prepara-se para eleições antecipadas (ver aqui)... internas ... na mesma semana que o seu líder pede eleições antecipadas para o País ... e uma maioria absoluta ... brincalhão!
Eu começo por acreditar no meu País, sempre! Depois acredito nos Portugueses, mesmo os que não acreditam em nada! Mas finalmente acredito que de economia percebem os que estudaram pelo menos um mínimo dessa ciência ... da mesma maneira que de gestão, à partida percebemos todos um pouco, mas mais percebe que estudou essa Ciência (bem menos exacta), de Medicina outros que a tenham estudado ... por aí ... mas por cá todos percebemos mais de futebol que os treinadores, de saúde mais do que os médicos ... de finanças e economia mais do que os Economistas.
Entretanto Portugal voltou aos mercados e com sucesso, mais uma vez esta palavra – Sucesso – que começou por aparecer no pedido de resgate em que o PSD, na altura na oposição, e após ter permitido que Sócrates fizesse tudo como quis ... e nem assim conseguisse ... acabasse a fazer com que o Engenheiro (ou só licenciado em construção civil) Filósofo, passasse a imagem de um qualquer Saddam Hussein que negava a existência de guerra e de invasão ... com tanques “inimigos” instalados na praça principal da capital ... passando depois para uma negociação de um plano de resgate com sucesso – Era Vital para a sobrevivência do País – e onde por exemplo o Bloco De Esquerda não participou (Preferindo deixar o País falir ... fechar e acabar ... mais uma vez sendo coerentes, NUNCA fizeram parte da solução, poderão fazer no futuro, se quiserem ...) - <<Não é oportuno>> Disse Francisco Louçã. Sucesso que se repetiu quando o PSD, apresentando-se nas eleições como o partido que prometia, acima de tudo, cumprir e honrar os compromissos assumidos pelo País em troca dos Euros que precisava para continuar a existir ganhou as eleições (sucesso da consciência da malta que votou em cumprir e honrar os nossos compromissos) ... ao contrário dos outros partidos que participaram no pedido, nas negociações, mas que nunca tentaram cumprir, como se tal não fosse importante. O País (vejam-no como um indivíduo) que ainda no banco onde vai assinar um contrato de crédito, do qual precisa para sobreviver, logo avisa o Banco para o facto de não o ir cumprir ... nem um dia, de não ir pagar ... isso é de gente séria!?
Esta semana António (IN)Seguro pedia eleições antecipadas para já ... e como se tal não chegasse para demonstrar que não sabe o que fazer, pede ainda uma maioria absoluta <<para fazer o que é preciso fazer sem que precise de mais ninguém>> ... e não parece interessar o quê? Qual a alternativa? Se há porque não nos apresenta a nós Portugueses? Não nos quererá do lado dele?
Para mim parece que o Sr. está mais perto do PCP ou do Bloco que nunca ... tudo é mau, errado e não serve ... mesmo quando os factos estão afinal ao contrário do que dizem ... mesmo quando afinal foi o PS quem nos (DES)Governou até aqui ... que pediu o resgate ... e o negociou em nosso nome ... isto mesmo que agora não o cumpra, nem tente ...
E não se pense que nisto tudo estou a defender o PSD ... antes pelo contrário, é só mais um partido, entregue a Condes e Senhorios ... que na práctica é quem mais tem feito oposição ao Governo (é a minha opinião) já que dali se vão ouvindo vozes que não estão nem em sintonia nem de acordo com o Primeiro Ministro, já é mais do que o que aconteceu durante o tempo de Sócrates – O menino de ouro do PS que gozou de um total silêncio interno para fazer o que fez. Onde andava o Seguro que agora se diz pronto para governar? No mesmo local onde anda a alternativa do PS para a nossa situação, certamente ...
Caramba até o PCP tem levado a cabo um plano de reajustamento, estou a citar, o que se pode chamar de austeridade já que implica a redução dos custos e das despesas ... onde até despedimentos estão a ser levados a cabo ... ou seja, estão também eles forçados a enfrentar a realidade, quer queiram quer não ... (quase ninguém fala disso ... aqui fica só mais um que o faz)
O anterior Governo tinha estabelecido um valor máximo para os juros da dívida pública para se demitir ... e nem isso cumpriu ... levando o País à falência por orgulho de uma pessoa ... que se dizia Engenheiro, mas que afinal não era ... mas nem isso foi tratado com seriedade, lá aí conseguiram ser coerentes. Esse valor era os 5 % ... que voltaram agora ser atingidos, mas em mínimo ... e até já baixaram ... já que a procura foi CINCO vezes superior à oferta (mas já lá vamos).
Não me cansarei de repetir e recordar que o País faliu ... se todos o tivéssemos presente nas nossas cabeças mais depressa perceberíamos o dever que temos em começar a querer saber mais primeiro e depois falar e trocar ideias e opiniões mas não para provar que estamos certos e que nós é que sabemos ... muito menos para provar que os outros estão errados e que não sabem ...
Sem se ir estudar e aprender ... não se terá solução para os problemas já que para se evoluir e resolver problemas é fundamental primeiro evoluir as mentes que os provocaram ... e nós – “povo” – é que permitimos isto tudo ... ao contrário do que nos serve assumir. Nem que seja pelo facto de não participarmos mais, de não votarmos (mais de metade da população nem nas últimas eleições votou ... não era preciso ... mas agora falam ... reclamam ... criticam ... tudo e todos ... menos a si próprios) de não querermos saber ... até nos virem às carteiras ... e aí estamos toldados, temos o ego ao centro ... e decidimos o que deveria ser feito em função dos nosso interesses pessoais ... como os políticos ou os “galifões” que tanto criticamos e acusamos de promiscuidade e corrupção ...
Factos, voltamos a ter confiança lá fora, voltamos a poder financiar-nos sem ser com a Troika ... e isto tudo bem mais cedo do que era previsto (2014) ... e isto tudo com juros a baixo dos 5% ... e com CINCO vezes mais procura do que oferta ... (nada melhor do que isto para baixar os juros e trazer confiança).
Nem o défice confirmado ser no máximo 5% em 2012, contra tudo e todos (confesso que nem eu acreditava), o tal que era impossível ... mas se conseguiu.
Torna-se vital reclamarmos um Estado sustentável ... e isso parece-me bem mais central ... e bem menos falado até pelo próprio Governo.
Hoje ficamos também a saber que Portugal pediu mais tempo e ainda para renegociar as condições, em conjunto com a Irlanda mas nem assim muitos param de nos colar à Grécia ... com quem cada vez mais temos menos para comparar ... e já começa a parecer mesmo embirrância.
Isto não anula o estrangulamento da nossa economia, nem das nossas pessoas, não anula as dificuldades por que muitos passam. Não anula nada do que de mau acontece ... mas isto é uma suposta cura (na minha opinião apenas das doenças provocadas pela doença crónica de que o País sofre ... e que não está a ser abordada, ainda!).
O PS prepara-se para eleições antecipadas (ver aqui)... internas ... na mesma semana que o seu líder pede eleições antecipadas para o País ... e uma maioria absoluta ... brincalhão!
Eu começo por acreditar no meu País, sempre! Depois acredito nos Portugueses, mesmo os que não acreditam em nada! Mas finalmente acredito que de economia percebem os que estudaram pelo menos um mínimo dessa ciência ... da mesma maneira que de gestão, à partida percebemos todos um pouco, mas mais percebe que estudou essa Ciência (bem menos exacta), de Medicina outros que a tenham estudado ... por aí ... mas por cá todos percebemos mais de futebol que os treinadores, de saúde mais do que os médicos ... de finanças e economia mais do que os Economistas.
Entretanto Portugal voltou aos mercados e com sucesso, mais uma vez esta palavra – Sucesso – que começou por aparecer no pedido de resgate em que o PSD, na altura na oposição, e após ter permitido que Sócrates fizesse tudo como quis ... e nem assim conseguisse ... acabasse a fazer com que o Engenheiro (ou só licenciado em construção civil) Filósofo, passasse a imagem de um qualquer Saddam Hussein que negava a existência de guerra e de invasão ... com tanques “inimigos” instalados na praça principal da capital ... passando depois para uma negociação de um plano de resgate com sucesso – Era Vital para a sobrevivência do País – e onde por exemplo o Bloco De Esquerda não participou (Preferindo deixar o País falir ... fechar e acabar ... mais uma vez sendo coerentes, NUNCA fizeram parte da solução, poderão fazer no futuro, se quiserem ...) - <<Não é oportuno>> Disse Francisco Louçã. Sucesso que se repetiu quando o PSD, apresentando-se nas eleições como o partido que prometia, acima de tudo, cumprir e honrar os compromissos assumidos pelo País em troca dos Euros que precisava para continuar a existir ganhou as eleições (sucesso da consciência da malta que votou em cumprir e honrar os nossos compromissos) ... ao contrário dos outros partidos que participaram no pedido, nas negociações, mas que nunca tentaram cumprir, como se tal não fosse importante. O País (vejam-no como um indivíduo) que ainda no banco onde vai assinar um contrato de crédito, do qual precisa para sobreviver, logo avisa o Banco para o facto de não o ir cumprir ... nem um dia, de não ir pagar ... isso é de gente séria!?
Sucesso na redução do défice (uma das doenças crónicas provocada por outra ... o endividamento sem limites), Sucesso no regresso aos mercados antes do tempo, sucesso no financiamento externo ... enfim pode ser pequenino, mas é sucesso atrás de sucesso.
... Este Governo é o nosso mal menor ... (diferente de ser o nosso melhor ... ou o melhor que temos ...). Por isso e por tudo o que tem conseguido ... com factos como os que vão conseguindo ... lá regressa Portugal ao Futuro ... mais ao menos ao mesmo que antes tinha ... mau, insustentável e suicida ... mas já é um futuro ... coisa que não tínhamos ... agora cabe-nos a nós exigir mais e melhor!
Eu, por exemplo, quero um Estado sustentável e para isso não é continuar a aumentar os impostos nem cortar sempre no mesmo ... por mais que seja fácil ...
Não é por se ser oposição que se têm de ser do contra, muito menos que tentar
apagar, ou não assumir que há sucessos ... isso é ser-se do contra!



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